Parti para Idanha-a-Nova um pouco desanimada e sem expectativas nenhumas. Se por uma lado, desde que entrei para os escuteiros que só ouvia falar do ACANAC e de como era fixe, por outro lado sabia que era uma actividade que iria exigir interacção e convívio com desconhecidos, o que não é muito a minha praia e, tinha medo de ficar pouco à vontade.
Não podia estar mais errada. Desde o momento em que cheguei até ao momento que vim embora que adorei.
Conheci pessoas de diferentes pontos do país que, apesar dos diferentes sotaques, se uniram e cantaram em uníssono: "O clã 10 é o nosso grande amor". Formámos um grupo unido, divertido, jovial e sempre pronto a cantarolar.
As actividades foram altamente. A caminhada de três dias foi cansativa mas valeu a pena chegar a Monsanto, ver o castelo e ainda passar lá a noite. As actividades na barragem também formam muito fixes. Andei de canoa pela primeira vez e fiquei apaixonada pela modalidade.
O tema (ou mística) estava relacionado com as escolhas que fazemos ao longo da nossa vida e isso fez-me pensar naquilo que quero e nas decisões que tenho vindo a tomar e que tenho que tomar.
No final, senti-me preenchida. O que mais custou foi ter que me despedir daquelas pessoas fantásticas e, principalmente do chefe que foi uma inspiração para mim.


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