No outro dia, estava eu com alguém que me disse que não há nada como o primeiro amor. Porque é algo que não se esquece e que fica para sempre connosco. Interiormente, comecei a desejar que não fosse verdade. Afinal eu queria e quero viver um amor tão ou mais intenso do que o primeiro.
Sinceramente, este sentimento esteve-me a incomodar durante alguns dias até que percebi! É óbvio que eu nunca vou esquecer o meu primeiro amor. Arrebatou-me o coração, tirou-me o fôlego e vou para sempre guardar aquelas pessoas e aqueles momentos em que ele era o meu mundo no meu coração. Apesar disso, hoje já não sinto o que sentia e o que ficaram foram as recordações. E essas recordação, é que me fazem ter a certeza que vou sentir isso outra vez. Um dia. Mas é óbvio que não vai ser como da primeira vez. Porque da primeira vez foi algo novo que nunca tinha sentido, foi a descoberta e a perda da inocência.


3 comentários:
Querida Ritinha:
O primeiro amor é na verdade único. Tempo de descoberta, de sentimentos novos. É tão puro, tão sem mácula, que é inesquecível. Com o tempo, torna-se uma recordação muito doce, uma saudade de nós, do outro... Nada que doa, querida. Ás vezes, lembrá-lo, faz muito bem.
Vês? Tenho 67 anos lembro o meu primeiro amor aos 15. Foi lindo, sabes? Marca-nos. Já tenho pensado, o que será feito do meu primeiro amor. Se ainda vive, também ele deve recordar, "a miúda mais gira cá da rua", como me chamava.
Não, não se esquece nunca o primeiro amor.
Beijinhos
Maria
Da minha experiência pessoal, não é verdade. O primeiro amor é inocente e hoje vejo-o como um pouco parvo. Tudo é baseado em expectativas nossas, em sonhos, em histórias cor-de-rosa que lemos e que esperamos que sejam verdade.
Mas a vida não é nada assim. Dou mais valor a um amor maduro do que a um amor paixoneta, como considero ter sido o meu 1.º.
Beijocas.
PS: Respondi ao teu coment das vacinas. São só opiniões diferentes. :)
wise words
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