sábado, 9 de agosto de 2008

O Perfume – História de um assassino

Título: O Perfume – História de um assassino

Autor: Patrick Süskind

Editora: Editorial Presença


Sinopse:

Esta estranha história passa-se no século XVIII e é fruto de um extraordinário trabalho de reconstituição histórica que consegue captar plenamente os ambientes da época tal como as mentalidades. O protagonista é um artesão especializado no ofício de perfumista, e essa arte constitui para ele – nascido no meio dos nauseabundos odores de um mercado de rua – uma alquímica busca do Absoluto. O perfume supremo será para ele uma forma de alcançar o Belo e, nessa demanda nada o detém, nem mesmo os crimes mais hediondos, que fazem dele um ser monstruoso aos nossos olhos. Jean-Baptiste Grenouille possui no entanto uma incorrupta pureza que exerce um forte fascínio sobre o leitor. O Perfume, publicado em 1985, de um autor então quase desconhecido, foi considerado um dos mais importantes romances da década e nunca mais deixou de ser reeditado desde então, totalizando os 4 milhões de exemplares vendi dos, só na Alemanha, e 15 milhões em países estrangeiros. Foi traduzido em 42 línguas. Este fenómeno transformou-o num dos mais importantes livros de culto de sempre. Süskind.


A Minha Opinião:

Todas as críticas que li sobre esta obra, diziam que esta tinha muita qualidade. Eu, sinceramente, não gostei muito do livro.

Só considerei interessante a parte em que o autor realça muito o sentido olfactivo, sentido esse que é talvez o menos apreciados pelos seres humanos!

4 comentários:

Anónimo disse...

Já viste o filme? Adorei. Não li o livro... Mas acho que também não conseguiria. Ou se lê o livro ou se vê o filme. Ou então não tem piada nenhuma...

Ritinha disse...

eu vi o filme... gostei!
li o livro e nem por isso
xD

Otário Tevez disse...

eu não tive oportunidade de ler o livro, mas assisti ao filme e achei-o fantástico. e não fico assim por qualquer filme...

kiss

Anónimo disse...

li o livro porque de tanto que ouvi falar nas aulas de francês...detestei.
não entendo o que tem de fantástico...