Hoje foi um dia de futebol para esquecer. Há alturas em que não quero saber do futebol, há outras em que até fico doente. Fico mesmo viciada e quando as coisas não correm como eu quero, como odeio perder, fico mesmo aborrecida. A única coisa boa foi a vitória da Juve, a minha equipa italiana preferida.
"A Virgem" dá-nos conta do Portugal moribundo no tempo do Estado Novo, mais precisamente na década de trinta. Um país suspenso no tempo, deslumbrado com o estrangeiro, pobre em recursos e ideias. Centrado numa família privilegiada, outras famílias se lhe juntam. Assistimos aos seus ódios, amores, perdas e cumplicidades num enredo em que o trágico e o absurdo se cruzam. Numa intriga cheia de humor, através do olhar lúcido do narrador, são desmascaradas situações gritantes de injustiça e de exploração em que o abuso de poder de alguns grupos privilegiados se passeia livremente por um país sonâmbulo e decadente com a cumplicidade silenciosa da Igreja.
Classificação: 4(0-5)
Ao início foi difícil habituar-me ao estilo de escrita do autor mas, depois, conforme me embrenhei mais na história, comecei a gostar. O enredo, em si, é simples e a história flui rapidamente. O final é deixado completamente em aberto, o que me deixa em pulgas para ler o próximo livro da trilogia.
John, um reputado arquiteto americano, encontra-se a passar férias em Roma, onde viveu durante sua juventude. Ao passear pelo seu antigo bairro, encontra Jack, um jovem em quem John se revê quando tinha a mesma idade. Ao acompanhar a paixão que Jack vai ganhando por Monica, a deslumbrante e sedutora amiga da sua namorada Sally, John revive um dos episódios românticos mais dolorosos da sua vida.
Enquanto isso, o ex-diretor de ópera Jerry voa para Roma com sua esposa Phyllis, para conhecer Michelangelo, o noivo italiano de Hayley, a filha de ambos. Jerry fica maravilhado quando conhece Giancarlo o pai de Michelangelo, agente funerário de profissão, e o ouve cantar árias dignas de La Scala enquanto toma duche. Convencido que um talento prodigioso não pode continuar escondido, Jerry planeia a oportunidade de promover Giancarlo a cantor de ópera, aproveitando para relançar a sua própria carreira.
Pelo seu lado, Leopoldo Pisanello é um homem vulgar e extremamente chato, que certa manhã acorda transformado num dos homens mais famosos de Itália, e com muitas questões para as quais não tem resposta. Rapidamente se vê perseguido por paparazzi, que lhe seguem todos os seus movimentos e questionam tudo o que faz. Ao mesmo tempo que Leopoldo começa a habituar-se às seduções da ribalta, acaba gradualmente por perceber qual o preço da fama.
Entretanto, Antonio é um recém-chegado a Roma, vindo da província com a esperança de impressionar os seus familiares ricos através da sua nova e adorável esposa Milly e assim conseguir mais facilmente um emprego na grande cidade. Através de cómicos acasos e mal-entendidos, o casal acaba separado e Antonio vê-se obrigado a apresentar uma estranha como sua mulher, sendo Milly cortejada pelo lendário actor de cinema Luca Salta.
Classificação:5(0-5)
Sou uma grande fã de Woody Allen e este filme não me desiludiu. O argumento é muito bom, o elenco é fantástico e o humor é de tal forma divinal que uma pessoa sai do cinema mais leve. Filme excelente para quem gosta de dar umas boas gargalhadas!
O prazer do amor é amar e sentirmo-nos mais felizes pela paixão que sentimos do que pela que inspiramos.
La Rochefoucauld
Faz amanhã três meses que comecei a namorar. Foi algo que aconteceu de repente e que não estava nos meus planos. No entanto, estou muito feliz nesta nova etapa da minha vida e tenho vindo a descobrir uma parte de mim que não conhecia. E isso está-se a agradar bastante.
Quando há um incêndio num avião, não há sítio para fugir. E não é possível fazer entrar oxigénio no avião porque as janelas não abrem. Não sei por que é que eles não fazem isso. É um problema sério. É muito perigoso.
Mitt Romney
Não me considero uma pessoa preconceituosa mas se os americanos forem todos como o Romney (pessoa que planeia governá-los), são um bocadinho (que é como quem diz muito!) burros. Há pessoas que só estavam bem com a boquinha fechada. Assim, não entrava mosca e também não saía besteira!
Três irmãos participam num desporto familiar chamado maratona "Non Stop". O mais velho é gordo, baixinho e corre lentamente. O irmão do meio é alto, magro e mantém um ritmo constante. O jovem corre como o vento, com muita velocidade. Os mais velhos dizem: "Ele é muito jovem... então nós deixamo-lo correr. Sem dúvida que ele é o número um mas, de certa forma, é o segundo.
Uma maravilhosa evocação da corte de Henrique VIII e da mulher que destruiu duas das suas rainhas. Estamos no ano de 1539 e a corte de Henrique VIII teme cada vez mais as mudanças de humor do rei envelhecido e doente.
Com apenas um bebé de berço como herdeiro, Henrique tem de encontrar outra esposa e o perigoso prémio da coroa da Inglaterra é ganho por Ana de Clèves. Ela tem as suas razões para aceitar casar-se com um homem com idade para ser seu pai, num país onde tanto a língua como os costumes lhe são estranhos. Apesar de deslumbrada por tudo o que a rodeia, sente que uma armadilha está a ser montada à sua volta. Catarina tem a certeza de que conseguirá seguir os passos da sua prima Ana Bolena até ao trono mas a sua cunhada Jane Bolena, assombrada pelo passado, sabe que o caminho de Ana levou ao Relvado da Torres e a uma morte como adúltera.
Classificação:3 (0-5)
O retrato do Rei Henrique VIII na sua fase decadente. A escrita é leve, o que torna o livro muito fácil de ler. Por outro lado, a história deixa-nos com um certo "ódio" pelo rei e indignação pelas suas atitudes.