quarta-feira, 4 de junho de 2008

"Black Angel… O Deus de si mesmo!!!" - Capítulo V

“A visão constante e acelerada do mundo, inibe a nossa capacidade e os nossos sentidos de alcançar uma visão perfeita.
A nostalgia é sem sombra de dúvida um sentimento que permanece constantemente dentro de nós.
Recordar será com certeza. óptimo, viver obcecado pelo passado, será parar o relógio do tempo.
Se algum dia, por um pequeno acaso for feliz; jamais quererei ser o que sou hoje!"
(HPFSF)

Seria o destino o culpado de dois seres se terem encontrado tão poucas vezes, para que estes se pudessem conhecer tão intimamente? Seria o destino o culpado destes dois seres se amarem duma forma tão pura e tão intensa? Seria este amor tão verdadeiro ou mais, que aquele que existe á muito tempo?
Este amor era o mais verdadeiro de todos os amores, não havia mentira, simplesmente havia conforto e bem-estar. Éramos dois seres que se completavam!
Por momentos senti um vazio no meu interior, uma voz que me dizia algo imperceptível, uma estranha sensação que alguma coisa iria acontecer e mudar a minha vida.
O meu ego dizia que estava na hora de fazer uma mudança radical, em busca da felicidade.
No entanto, o meu racional continuava preso a uma vida medíocre, na tentativa de sobreviver ao quotidiano já definido.
Precisava de um pequeno empurrão para que a minha vida se transformasse num encorajamento para atingir um pequeno “Eden” terrestre, que seria a verdadeira felicidade, sem traição.
Esta era a estranha maneira de amar que se encontrava entranhada no mais profundo dos meus pensamentos:
“- Será que devo ir?
- Será que devo ficar?
- Será que devo partir para amar?
- Será que devo continuar para odiar?”
Foi precisamente a forma e a sensação que tive no momento em que a Angélica abraçou o Corvo, que me fez sentir que nunca mais seria como um dia já tinha sido.
Depois de sairmos do aeroporto, cheia de entusiasmo Angélica contava-nos, freneticamente o último ano passado em Londres.
As novidades, as noites passadas sem dormir, os bares e discos da capital inglesa, os novos amigos, a nova escola, as modas, ou seja, tudo era recitado como se tivesse sido decorado para a prova final.
Jantamos nessa noite, num pequeno restaurante na zona velha de Leça, um fabuloso peixe grelhado, acompanhado por uma maravilhosa garrafa de vinho do douro.
Angélica permanecia continuamente, e mais de duas horas seguidas a falar dela, sem que nos tivesse deixado, tanto a mim como ao Corvo, dizer como estávamos.
Aquela, sem sombra de dúvida, não era a Angélica que conhecera…

Androide-luc!!!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Os Marcadores de Livros...

"Para quê pagar um dólar por um marcador de livro? Porque não usar o dólar como marcador de livro?"
Steven Spielberg

Até seria capaz de concordar com este ilustre senhor, se não fosse eu uma coleccionadora de marcador de livros!!!

Sustos...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Que chegue esse dia...

"Chegará o dia em que os homens conhecerão o íntimo dos animais, e nesse dia, um crime contra um animal será um crime contra a humanidade."
Leonardo Da Vinci

Vulcano - o deus do fogo

Vulcano era o deus romano do fogo, filho de Júpiter e de Juno.
Foi lançado aos mares devido à vergonha que sua mãe tinha pela sua disformidade. Foi salvo por Tetis e Eurínome, filhas do Oceanus. Noutras versões, a sua fealdade era tal mesmo recém-nascido, que Júpiter o teria lançado do Monte Olimpo abaixo, daí que a sua deformidade na perna era devida a esse facto.
A sua figura era representada como um ferreiro. Era ele quem forjava os raios, atributo de Júpiter. Este deus, o mais feio de todos, era o marido de Vénus, a deusa da beleza e do amor, que, aliás, lhe era tremendamente infiel.
No entanto, Vulcano forjou armas especiais para Eneias, filho de Vénus de Anquises de Tróia e para Aquiles quando este havia emprestado para Pátroclo, que por sua vez a perdeu para Heitor.
Em certa altura, Vulcano preparou uma rede com que armadilhou a cama onde Vénus e Marte mantinham uma relação adúltera. Deste modo o deus ferreiro conseguiu demonstrar a infidelidade da sua esposa, que no entanto foi perdoada por Júpiter.
in wikipédia (adaptado)

domingo, 1 de junho de 2008

Selecção Italiana de Futebol - Cupido(s) do Mês de Junho

Nome: Selecção Italiana de Futebol
Federação: FIGC (Federazione Italiana Giuoco Calcio)
Motivo de Escolha:
Portuguesa de nacionaliade mas italiana de coração. No mês do Europeu de Futebol 2008, não poderia escolher nada mais nada menos que a selecção de futebol italiana, a selecção pela qual vou torcer de alma e coração =) Viva a ITALIA!!!

O Dia de TODOS

Lembra-se daqueles dias em que andávamos todos esmurrados das quedas, fazíamos queixinhas por tudo e por nada, andávamos de chupeta na boca e com o dedo no nariz... Fralda e roupa toda suja?! Pois... Esse dia chegou outra vez! Feliz Dia Mundial da Criança!!!

domingo, 25 de maio de 2008

Mona Lisa

Nome da Obra: Mona Lisa
Autor: Leonardo DaVinci
Data de Realização: 1503-1507
Técnica utilizada: Óleo sobre madeira de álamo
Localização: Museu do Louvre, Paris.
Dimensões: 77 x 53 cm
Estilo: Renascimento
Descrição:
Mona Lisa (também conhecida como
La Gioconda ou Mona Lisa del Giocondo), é a mais notável e conhecida obra do pintor italiano Leonardo da Vinci. É nesta obra que o artista melhor concebeu a técnica do sfumato.
O quadro apresenta uma mulher com uma expressão introspectiva e um pouco tímida. O seu sorriso restrito, é muito sedutor, mesmo que um pouco conservador. O seu corpo representa o padrão de beleza da mulher na época de Leonardo.
Este quadro é provavelmente o retrato mais famoso na história da arte, senão, o quadro mais famoso de todo o mundo. Poucos outros trabalhos de arte são tão controversos, questionados, valiosos, elogiados, comemorados ou reproduzidos.

sábado, 24 de maio de 2008

O Retrato de Rose Madder

Título: “O Retrato de Rose Madder”
Autor:
Stephen King

Editora: Bertrand Editora

Sinopse:
Rose Daniels é uma mulher vítima de violência doméstica às mãos de um marido doentio e obececado, Norman Daniels, detective de profissão.

Um dia, ao fim de catorze anos de maus-tratos, Rose decide fugir, mas o pavor acompanha-a, um terror profundo de que Norman vá atrás dela.

Rose é acolhida numa casa de mulheres maltratadas pelos maridos, e uma vida nova recomeça. Um dia ao entrar

Excertos:

“A mente de Norman deu outro daqueles saltos enquanto ele esteve no lava-loiça da cozinha das Filhas e Irmãs de tronco nu a lavar o sangue vivo que lhe cobria o rosto e o peito. […] Teria morto mais alguém? Devia ter, amigos e vizinhos, devia ter; tudo era possível quando estava de férias.”

“Bill resistiu por um momento, e foi então que Norman, com um berro, deu nova pancada na porta. Gritando de medo e de raiva, Rosie ainda apertou o braço de Bill com mais força. Puxou-o para dentro do roupeiro e depois para o mundo iluminado pelo luar que agora se estendia para além da parede do fundo.”


A Minha Opinião:
Este livro é uma obra inteligente que aborda um tema muito importante na sociedade actual – a violência doméstica.
Na minha opinião, o ponto forte é toda a intriga em volta da personagem principal e os pontos fracos, o excesso de descrição e um final que deixa muito por desejar…


sexta-feira, 23 de maio de 2008

A Dependência do Computador...

A Paixão de Shakespeare

Realizador: John Madden
Elenco: Joseph Fiennes, Gwyneth Paltrow,Geoffrey Rush, Judi Dench, Colin Firth, Ben Affleck, Imelda Staunton, Tom Wilkinson
Género:
Romance/Comédia
Duração: 135 minutos
Sinopse:

Vencedor de 7 Óscares - incluindo o de Melhor Filme - este espirituoso filme é interpretado pela sensual Gwyneth Paltrow (vencedora do Óscar de Melhor Actriz) e por um impressionante elenco que inclui a também vencedora de um Óscar, Judi Dench (Melhor Actriz Secundária), Geoffrey Rush e Ben Affleck.
Quando Will Shakespeare (Joseph Fiennes) necessita de uma apaixonada inspiração para quebrar o bloqueio na escrita da sua nova peça, eis que um romance secreto com a bonita Lady Viola (Gwyneth Paltrow) contribui para que as palavras fluam, como nunca antes tinha acontecido! Mas há dois segredos que ele terá de desvendar em relação ao seu novo amor...


quinta-feira, 22 de maio de 2008

"Black Angel… O Deus de si mesmo!!!" - Capítulo IV

“No horizonte dos nossos sonhos encontra-se tudo aquilo que jamais poderemos alcançar…
A dor é causada pela ausência da pessoa amada, ou pela ausência do sentimento não retribuído?”
(HPFSF)

As aulas tinham terminado à menos de 15 dias. Devidamente apetrechados com as tendas, roupas, e todos os acessórios, colocamos as mochilas às costas; e dirigimo-nos à estação de S. Bento para arrancarmos para as tão desejadas férias de verão.
Eram precisamente 23h42m, quando tínhamos descido do comboio que nos levou até Viana do Castelo. Dirigíramo-nos à recepção para tirar novo bilhete que nos levaria até Caminha (destino final para as nossas férias), quando o chefe da estação nos disse que não haveria mais comboios nesse dia, e que teríamos de esperar até ás 6h30m, para apanhar o primeiro.
Desconsolados, iniciamos a descida da rua da estação em direcção ao rio com o mapa na mão, com intuito de verificarmos a localização do parque de campismo, para podermos pernoitar.
Atravessamos a ponte velha de Viana, para a outra margem do rio, e percorrendo depois mais três ou quatro quilómetros, chegamos ao bendito parque de campismo.
Completamente exaustos, montamos rapidamente a “Canadiana”, e adormecemos por volta das 3h15m.
Já o sol ia alto, quando acordamos e fomos almoçar ao bar do parque. Pedimos um hambúrguer e uma caneca de cerveja para cada um. Prontamente servidos, almoçamos ao som de um concerto que passava (ainda hoje não sei como) na RTP, dos “P.I.L. Live in Tóquio”, uma banda Punk, fruto dos extintos Sex Pistols.
Ao nosso lado, troteando quase todas as músicas do concerto, encontrava-se um Punk, com a sua crista verde/azulada em riste, com cinco ou seis brincos (agora piercings), nas orelhas e nariz, com os seus Jeans gastos, e a sua T-Shirt de culto (com a imagem do Sid Vicious) cravou-nos um cigarro com intuito de meter conversa.
Depois de mais de duas horas de conversa, chegamos à conclusão que vivíamos na mesma cidade, muito perto uns dos outros, tendo inclusive estudado no mesmo liceu, sem que nunca nos tenhamos encontrado…Estranha situação! Incrível que tenhamos frequentado a mesma escola durante seis anos, sem que nunca nos tenhamos falado ou conhecido!
Foi precisamente quando a conversa já começava a escassear, estando naquele ponto quase de despedida, que apareceu a Angélica, a mais recente conquista de Verão, do Peste, este era o nome do nosso mais recente amigo.
Linda, de morrer era expressão perfeita para descrever Angélica…
Quando os nossos olhos se cruzaram (jamais esse momento poderá ser removido da minha mente), caí literalmente da cadeira, e estatelado no chão provoquei a maior risada dos últimos tempos naquela malta. Com a ajuda dela, pois os outros dois, tanto o Corvo como o Peste, continuavam a chorar de tanto rir, consegui colocar-me de pé, agradecendo a ajuda a gaguejar…
Situação que ainda aumentou mais o desespero destes. Apresentou-se-me dizendo:
- Chamo-me Angélica, e não ligues aqueles dois…
- Gabriel, meu nome é Gabriel, mas podes chamar-me Black Angel…
- Gosto de Gabriel, e jamais te chamarei Black Angel, pois com o nome que possuo, já não acredito neles, Gabriel!
A cumplicidade que cheguei a ter naquelas férias com a Angélica, fazia-me acreditar (pelo menos a mim) que havia alguma coisa, algum ser, alguma energia ou outro fenómeno qualquer, que eu não conseguia explicar, mas que de me dava a certeza, de já ter partilhado uma ligação com aquela miúda que nunca conhecera anteriormente. Existia uma empatia e uma sintonia difícil de explicar; tinha a sensação de já ter vivido anteriormente uma relação com a Angélica.
Naquele ano, nunca chegamos a Caminha, mantivemo-nos o mês todo de Agosto no parque de campismo de Orbitur, em Canidelo, Viana do Castelo. Um pequeno parque, que possuía restaurante, um mini-mercado, o parque ligava directamente com a praia. Desde Punk´s, Góticos, Surfistas, Motard´s, portugueses, estrangeiros, famílias mais ou menos convencionais, todas as pessoas confraternizavam como se de uma família enorme se tratasse. A simplicidade do dia-a-dia dessas férias, e das amizades construídas, fez dessas férias as minhas preferidas.

Uma ano depois destas inesquecíveis férias, encontrava-me com o Corvo, no aeroporto Sá Carneiro (Porto), a espera da Angélica…

Androide-luc!!!

terça-feira, 20 de maio de 2008

Onde está o morto?

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Marte - o deus da Guerra

Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário da sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um dos quais defendendo um dos exércitos. Marte, protector dos troianos, acabou derrotado.

Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vénus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia. Na verdade tratava-se de uma realção adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Vulcano, que arranjou um estratagema para os descobrir e prender numa rede enquanto estavam juntos na cama.

O povo romano considerava-se descendente daquele deus porque Rómulo era filho de Reia Sílvia ou Ília, princesa de Alba Longa, e Marte.

domingo, 18 de maio de 2008

A Persistência da Memória


Nome da Obra: A Persistência da Memória
Autor: Salvador Dali
Data de Realização: 1931
Técnica utilizada: Óleo sobre tela
Dimensões: 24 x 33 cm
Estilo: Surrealismo
Descrição:
Este quadro, tão pequeno, é a mais conhecida das obras de Dali. A flacidez dos relógios dependurados e escorrendo mostram uma preocupação humana com o tempo e a memória. O próprio Dali apresenta-se na forma de cabeça adormecida, que já se pode observar noutros do mesmo. Segundo Dali a ideia do quadro ocorreu, e como a paisagem já estava pronta, levou apenas 2 horas para pintá-lo. Gala, sua companheira ao voltar do cinema e avistou o quadro, afirmou que quem visse este quadro jamais o esqueceria.


sábado, 17 de maio de 2008

A Química da Morte

Título: “A Química da Morte”
Autor:
Simon Beckett
Editora: Editorial Presença

Sinopse:
Este thriller é protagonizado por um especialista em antropologia forense, David Hunter, que, após a perda da mulher e da filha de 6 anos, decide refugiar-se numa aldeia isolada de Nortfolk, exercendo a profissão de médico e tentando esquecer a sua tragédia pessoal. Quatro anos após a chegada de David a Nortfolk, começam a aparecer corpos mutilados das maneiras mais horrendas e sinistras que levam a polícia a apelar a experiencia dele para tentar resolver o caso…

Excertos:

"Um corpo humano inicia a sua decomposição quatro minutos após a morte. O corpo, outrora o invólucro de vida, sofre então as suas derradeiras metamorfoses. Começa a digerir-se. As células dissolvem-se de dentro para fora. Os tecidos liquefazem-se, primeiro, e gaseificam-se, depois. Já sem estar animado, o corpo torna-se banquete imóvel para outros organismos. Primeiro as bactérias, depois os insectos. As moscas. Os ovos são depositados e depois eclodem. As larvas alimentam-se do rico caldo de nutrientes; em seguida, migram. Abandonam o corpo de um modo ordeiro, umas atrás das outras numa procissão que se dirige sempre para Sul. Sudeste ou Sudoeste, por vezes, mas nunca para Norte".

"Por instantes, o medo ameaçou apoderar-se dela. Desde que sentira a corda à volta da perna, Jenny tentara afastar a ideia de que o assassino a seleccionara como terceira vítima. Agora, o facto tinha ficado brutalmente confirmado. Mas não podia dar-se ao luxo de se ir abaixo. Não podia, se quisesse escapar com vida."


A Minha Opinião:
Desde que iniciei a leitura desta obra, não mais consegui parar. O autor consegue captar a atenção do leitor, devido à tensão, suspense, emoção existente em todo livro. O ponto forte do livro é a relação que se cria entre o leitor e a personagem principal que, também, é o narrador.
Para além de tudo isto, todo o desenrolar da obra é surpreendente, principalmente a parte final, quando o assassino é descoberto.
Na
minha opinião, o livro consegue ser melhor do que bom (!) … estou ansiosa para ler o novo livro do autor: “Escrito nos ossos”.


É melhor não levar à letra...

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Transformers

Realizador: Michael Bay
Produtores:
Ian Bryce, Tom DeSanto e Lorenzo di Bonaventura
Elenco: Shia LaBeouf,Josh Duhamel, Kevin Dunn, Megan Fox, Tyrese Gibson, Bernie Mac, Carlos Moreno Jr., Samantha Smith, John Turturro, Jon Voight.
Género: Acção
Duração:
143min
Sinopse:

Durante séculos, duas raças alienígenas robóticas (os Autobots e os Decepticons) estiveram em guerra, colocando em risco o destino do Universo. Quando a batalha finalmente alcança a Terra, só o que separa os perversos Decepticons do poder total é uma pista guardada pelo adolescente Sam Witwicky (Shia LaBeouf), cujas preocupações, até o momento, estavam relacionadas apenas aos amigos, carros, escola e raparigas. Antes que consigam entender o que está a acontecer, Sam e sua amiga Mikaela (Megan Fox) vêem-se no meio do confronto dos robôs gigantes. E, depois de conhecerem os Autobots, compreendem o verdadeiro motivo: o rapaz guarda consigo a chave de um segredo que pode ser a única oportunidade de sobrevivência da humanidade. A partir daí, ele vai descobrir o verdadeiro sentido do lema da sua família: “Sem sacrifício, não há vitória”.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

"Black Angel… O Deus de si mesmo!!!" - Capítulo III

“Se alguém pudesse duvidar de mim, nunca seria por aquilo que não fiz, mas por aquilo que nunca tive a oportunidade de fazer!
A consciência e a oportunidade de recusar fazer o que me era oferecido, dava-me o livre arbítrio de decidir. Aquilo que nunca me foi dado a escolher, jamais será conseguido por mim!
Viver a vida constantemente pensando na morte, faz de nós seres fracos. Somos seres que por temermos sermos fortes, decidimos deixar que os outros arrisquem as nossas vidas.
A boa esperança dos outros, será sempre a nossa tormenta. (Tal como o cabo que sempre teve as duas referências).
O mais belo de todos os princípios será sempre o princípio do destino, será sempre ele que resolverá todos os nossos problemas!"
(HPFSF)

A densa e húmida floresta era o cenário desta perseguição sem fim; numa noite de tempestade que me remetia constantemente para o chão.
Quanto mais corria, mais o lobo se aproximava de mim, com uma expressão de fúria. Era cada vez mais húmido e denso o local; e o espaço estava rodeado de corpos completamente mutilados e desfigurados; era notável a lei da selva, onde o homem era desta vez a presa fácil e apreciada da espécie superior.
Numa só golpada o lobo transmitiu sobre mim, todo o ódio que nutria pela raça humana; e como salvador da sua espécie, deu origem ao extermínio do Homem…
Encharcado num suor frio, dei um salto da cama, ficando por momentos sem saber se o sonho era ou não real.
Com o medo estampado na minha cara e a tremer, fui directamente lavar o rosto e beber um copo de água gelada, seguindo-se de um cigarro que acabei por fumar na varanda no meu quarto.
Eu vivia no último andar de um prédio tipicamente ribeirinho, muito perto da Sé do Porto, e possuía uma vista magnífica para os telhados das casas dos bairros vizinhos, e possuía uma vista privilegiada para o fabuloso quadro real, que era o rio Douro.
Depois de tudo isto, sentei-me na minha secretária, e coloquei-me á frente do meu portátil, e comecei a escrever continuamente.
Eu tinha acabado de mostrar ao Corvo, umas notas que tinha tirado na noite anterior, para o livro que estava a escrever.
Eu, o Anjo Negro, lutava pela ideologia em que acreditava, os princípios Góticos, uma das poucas coisas que me faziam acreditar que o amor poderia ser não uma utopia, mas sim uma realidade.
O idolatrava toda a minha paixão pela minha amada, e isso era feito no mais puro dos silêncios.
Acreditava que dois seres conseguem viciar-se um no outro, sem que as suas vidas se tornem cansativas e desgastantes.
O Corvo era mais volúvel, acreditava no seu ideal, contudo separava-o do real. Para ele a cultura, os ideais, a religião, e todos os princípios filosóficos, pertenciam a uma estância contemplativa; o mundo, as pessoas e todos os seus acessórios, pertenciam a uma estância real (onde os deveres e direitos dos cidadãos estão devidamente contemplados no sistema organizacional dos estados).
Completamente concentrado nas notas, o Corvo e eu continuávamos a passear pelas margens da ribeira do douro, com a ponte de D. Luiz e os barcos rebelos como companhia.

- Sabias que a Angélica chega este fim-de-semana?- perguntou-me o Corvo.
- Mas, falei com ela ontem, e não me disse nada? – respondi com alguma mágoa.
- Não te devia querer perturbar, sabia que poderias querer ir busca-la ao a aeroporto, e como sabe que andas muito concentrado na investigação para o livro…
- O.K., pode ser isso! Mas continuo achar que me podia ter dito que chegava daqui a três dia
s! - Nesta altura estava visivelmente intrigado.
- Mas, se a vais buscar ao aeroporto, quero ir contigo, O.K.?
Então, ficou assente naquele preciso momento que iríamos os dois esperar a Angélica
, daqui a três dias ao aeroporto Sá Carneiro…

Androide-luc!!!

terça-feira, 13 de maio de 2008

Humor sobre rodas


segunda-feira, 12 de maio de 2008

A TODOS os meus amigos...

" A amizade é uma alma com dois corpos"
Aristóteles

Vénus - a deusa do Amor

Vénus é a deusa do panteão (ou panteon) romano, equivalente a Afrodite, no panteão grego. É a deusa do Amor e da Beleza. O seu nome vem acompanhado, por vezes, por epítetos como "Citereia" já que, aquando do seu nascimento, teria passado por Citera, onde era adorada sob este nome.

No mito de seu nascimento conta-se que surgiu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido gerada pelas espumas (afros, em grego). Noutra versão é filha de Júpiter e Dione.

Era considerada esposa de Vulcano, o deus manco, mas mantinha uma relação adúltera com Marte.

Umas das divindades mais veneradas entre os antigos, sobretudo na cidade de Pafos, onde seu templo era admirável. Tinha um olhar vago e cultuava-se o estrabismo dos seus olhos, como ideal da beleza feminina. Possuía um carro puxado por cisnes.

Vénus possui muitas formas de representação artística, desde a clássica (greco-romana) até às modernas, passando pela renascentista. É de uma anatomia divinal, daí considerada pelos antigos gregos e romanos como a deusa do erotismo, da beleza e do amor.

Os romanos consideravam-se descendentes da deusa, pelo lado de Eneias, o fundador mítico da raça romana, que era filho de Vénus com o mortal Anquises.

Na sua epopeia “Os Lusíadas”, Luís de Camões apresenta a deusa como a principal apoiante dos heróis portugueses.

in wikipédia (adaptado)

domingo, 11 de maio de 2008

Solidão


Solidão
Solidão e saudade,
Sei que vou ficar sozinha
Para toda a eternidade.

Pensas que amar-te é fácil?
Digo-te já que não.
Pensas que querer-te é fácil?
Digo-te já, tu és a minha solidão.
Matas-me
Cada dia que passa,
Mas prefiro morrer,
Do que por ti sofrer.
Fico sozinha em casa
Sozinha a chorar
Sozinha...
Porque não me queres amar.

Fico no meu canto
Na escuridão
A pensar numa coisa,
A pensar na solidão.

Ela me arrasta
Para um canto negro,
Onde a dor reina
E eu sinto medo
No meu canto negro,
Coberta por um manto de tristeza.
Onde ninguém me vê.
Fico á tua espera
Neste meu cantinho
Á espera que um dia
Me dês um carinho.

Por isso peço-te,
Dá-me uma oportunidade.
Deixa-me levar-te
Ao caminho da felicidade.
Eu não ia aguentar
Outra desilusão,
Se bem que prefiro por ti chorar,
Do que ficar na solidão.


Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos?

Nome da Obra: Quem somos? De onde vimos? Para onde vamos?
Autor: Paul Gauguin
Data de Realização: 1897
Técnica utilizada: Óleo sobre tela
Localização: Museu de Belas-Artes; Boston.
Dimensões: 139 x 375 cm
Estilo: Impressionismo
Descrição:
O nascimento e a morte delimitam o circuito das actividades humanas que são apresentadas nesta obra. Gauguin montou aqui um palco da vida, que se estende numa diversificação cintilante. O recém-nascido, que vive o seu primeiro dia deitado na relva, marca uma delimitação deste palco, a pobre velha que parece só olhar para o passado marca outra. Entre as duas está representado o mundo dos adultos, com os seus medos e alegrias. O ídolo desconhecido que espreita do fundo e os dois peregrinos, talvez um par amoroso, têm um papel mediador, enquanto portadores de estado de espírito entre o palco das pessoas e dos bastidores, a Natureza. Cheio de ambição, Gauguin montou neste panorama os seus motivos preferidos, a mulher nua deitada ao sol, o grupo sentado a conversar feliz, a figura de culto.

sábado, 10 de maio de 2008

A Escuridão do Meu Mundo


Aqui jaz uma alma perdida
No negro cresceu
Na morte viveu.
Vida que uma campa encheu.
Lágrimas de sangue caem do meu rosto
As lágrimas que mostram o meu amor.
O meu fantasma anda vagueando pelo cemitério.
Gerando a destruição à sua volta.
Porque a morte é a vida...
Porque viver mata...

Orgulho e Preconceito

Título: Orgulho e Preconceito
Autor:
Jane Austen
Editora:
Publicações Europa-América

Resumo:
Na Inglaterra rural do séc. XVIII, Lizzy é filha de um casal que tem cinco filhas que, para desconsolo da mãe, ainda não estão casadas. Assim, quando o bem sucedido jovem Bingley aluga uma mansão perto da casa onde vivem, a Sra. Bennet vê com bons olhos a possibilidade de ele vir a casar com uma das suas filhas e, para sua satisfação, ele parece interessar-se por Jane, a irmã mais velha de Lizzy, logo no primeiro baile. Já o seu amigo Darcy, uma pessoa fria, não é muito bem aceite, sobretudo por Lizzy a quem ele feriu o orgulho logo no primeiro encontro. Darcy, pelo contrário, apesar da primeira má impressão, vai-se apaixonando sem que ela se dê conta. Vários episódios os juntam e, a certa altura, Mr. Darcy declara-lhe o seu amor, mas a repulsa vem por parte de Elizabeth, guiada pelo orgulho. A verdade é que Mr. Darcy, apesar de a amar, ainda não tinha abandonado por completo o preconceito em relação à família de Elizabeth. Finalmente, todos os equívocos são desfeitos e, depois de ultrapassados o orgulho e o preconceito, podem dar largas ao seu amor e casar.

Excerto:
“(…) nem te fingirás tão ofendida por causa de um boato tão tolo; pois, para que vivemos nós, senão para nos tornarmos objecto de troça dos nosso vizinhos, e, por nossa vez rirmo-nos à custa deles?”

A Minha Opinião:
Na minha opinião, este livro é fantástico. A autora faz uma crítica muito suave da sociedade inglesa. As personagens são fabulosas, principalmente Elisabeth devido ao seu carisma e ao seu espírito liberal.
O romance entre Elisabeth e Darcy é muito emocionante e belo. Na realidade, a meu ver, o que torna este romance único e absorvente é mesmo o orgulho e o preconceito com que ambas as personagens se “protegem”…


sexta-feira, 9 de maio de 2008

A Traição da galinha

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Vestida para casar

Título original: 27 dresses

Realizadora: Anne Fletcher

Escrito por: Aline Brosh McKenna

Elenco: Katherine Heigl, James Marsden, Edward Burns e Malin Akerman

Género: Comédia Romântica

Sinopse:

Jane (Katherine Heigl, de "Anatomia de Grey") sempre teve mais jeito para olhar pela vida dos outros do que pela sua. E a prova da sua dedicação são os 27 vestidos de dama de honor que se acumulam no seu roupeiro. Mas será que o seu dia de dizer "sim" também chegará?

Entretanto, tudo se complica com a chegada de Tess (Malin Akerman), a sua irmã mais nova, que atrai de imediato a atenção de George (Edward Burns), o patrão de Jane. George deixa-se seduzir pelo charme de Tess e aí Jane, que secretamente sempre amara George, terá de reavaliar o seu eterno papel de dama de honor e decidir se não terá chegado o momento de lutar pela sua felicidade. Aí conta com a ajuda (ou não!) de Kevin (James Marsden), um jornalista muito cínico que a fará “acordar para a vidinha”…

quarta-feira, 7 de maio de 2008

"Black Angel… O Deus de si mesmo!!!" - Capítulo II

“A sombra da noite é admirável!!! – É nela que o nosso espírito repousa, é nele que conseguimos interiorizar e adquirir a nossa verdadeira essência (enriquecer o nosso âmago).
A sombra do dia é falsa e capaz de destruir a realidade oculta de todos os nossos sonhos! – É nela que a exterioridade dos outros corrompe a nossa verdadeira essência. As nossas permanentes fobias parecem querer prender-nos às amarras de um cais, onde a incapacidade de vivermos nos deixam incapacitados de dar um rumo certo à nossa vida…a exterioridade dos outros já mais deve comprometer as nossas liberdadesAs violentas implosões dos nossos pensamentos e das nossas emoções formalizavam as nossas aparências…”

(HPFSF)

Encontrava-me a beber o meu habitual chocolate quente do final da tarde e acabava de ler uma crónica de música, quando num movimento sem direcção vi entrar o meu melhor amigo: Corvo que, tal como eu, era um jovem igualmente misterioso e peculiar…
Corvo era assim conhecido, devido ao seu fanatismo e adoração pelo filme que vira precisamente 13 vezes: “The Crow”.

-Hey, Anjo! Tudo bem? Que estás a ler? – Pegando na caneca do chocolate quente, bebericou, e sentou-se a espera da resposta.
-Olá! Um artigo sobre “Joy Division” – erguendo a revista que tinha recebido nesse mesmo dia de Londres, (de um contacto que ambos tínhamos, com uma miúda que conhecemos numas férias em Caminha), mostrei-lha.
- Foi a Angélica que ma mandou de Londres, é um artigo sobre um grupo de música que existiu nos finais dos anos 70...
O Corvo, pegou na revista, folheou-a, e começou a ler. Enquanto isso, peguei novamente na minha caneca do chocolate e coloquei ambas as mãos com intenção de as aquecer.
Enquanto o Corvo permanecia concentrado na leitura, eu meditava…
Já passavam das 19h30, quando decidimos pagar a conta e sair da “Cave-bar”, para dar um passeio.
Nós, Anjo Negro e Corvo, nessa altura vestíamos Jeans pretos, camisa preta ou branca, calçávamos botas ou sapatos “Dr. Martin”, sempre acompanhados pelos nossos habituais sobretudos negros, com forros interiores vermelhos (do tipo vampiro).
As nossas vestes contrastavam com a palidez das nossas faces, que por vezes eram escondidas pelos longos cabelos negros.
A redescoberta do romance, “O Monge de Cister” de Alexandre Herculano, (editado nessa altura numa edição especial); o culto literário por várias outras obras sobre a Idade Média; e o culto musical por bandas como: “The Cure”, Siouxie and The Banshees”, Bahaus, Fields of the Nephilim, faziam de nós amigos inseparáveis.
A nossa cumplicidade era tanta que por vezes as nossas conversas (ou a ausência delas) transportavam-nos para uma única realidade; uma realidade caracterizada pelo direito de sonhar!!!(...)

Androide-luc!!!

terça-feira, 6 de maio de 2008

O Médico maroto...



segunda-feira, 5 de maio de 2008

Diana – a deusa da caça

Diana (correspondente à deusa grega Ártemis) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gémea de Apolo. Era representada como caçadora, com um arco e uma aljava e acompanhada por um cão ou um veado.
Era muito
zelosa com a sua virgindade, sendo que na sua mais famosa aventura, transformou num veado o caçador Acteão, em virtude de este a ter visto nua durante o banho. Obteve autorização do pai para se não casar e se manter casta. Para alem disto, este ofereceu-lhe sessenta oceânidas e vinte ninfas que, tal como ela, renunciaram ao casamento.
Era conhecida como a deusa das três formas e o seu mais famoso santuário ficava junto ao lago Nemi, perto de Arícia.

Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Pela tradição, o sacerdote devia ser um escravo fugitivo que matasse o antecessor em combate.

domingo, 4 de maio de 2008

David

Nome da Obra: David
Autor:
Miguel Ângelo (Michelangelo)
Data de Realização:
1501-1504
Técnica utilizada:
Mármore de Carrara
Localização:
Accademia di Belle Arte. Florença
Dimensões:
5,17 m de altura
Estilo:
Alto Renascimento
Descrição:
Miguel Ângelo é considerado, nesta obra, uma espécie de inovador, pois retrata a personagem não após a batalha contra Golias (como Donatello e Verrochio antes dele fizeram), mas no momento imediatamente anterior a ela, quando David está apenas se preparando para enfrentar uma força que todos julgavam ser impossível de derrotar. David encontra-se absolutamente concentrado na sua tarefa, podendo a escultura representar a força da mente e da inteligência.
Miguel Ângelo neste trabalho usou o realismo do corpo nu, sendo de uma perfeição incrível os músculos, as veias das mãos, a posição dos ombros, etc; e o predomínio das linhas curvas.
Devido à genialidade que sempre foi atribuída à obra, ela foi escolhida como símbolo máximo da República de Florença.

O Dia de TODAS as mães

Mãe...São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o céu tem três letras
E nelas cabe o infinito

Para louvar a nossa mãe,
Todo bem que se disser
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do CÉU
E apenas menor que Deus!

Mário Quintana

sábado, 3 de maio de 2008

Citações Curiosas


“Sharapova é a tenista mais bonita de todos os tempos. Se tivesse que escolher entre uma noite com ela e a final de um Grand Slam, não teria dúvidas. Ficaria com a beleza.”

“Não pensem que não quero ver Federer a vencer em Roland Garros, acho que todos querem, seria a consagração do melhor de todos os tempos, só irei fazer de tudo para que não seja em cima de mim.”

Rafael Nadal

Pânico

Título: Pânico
Autor:
Jeff Abbott
Editora:
Civilização Editora


Resumo:

A vida de Evan Casher não lhe poderia estar a correr melhor: com apenas 24 anos, é já um realizador de documentários famoso e é feliz com a sua namorada, Carrie. Após um telefonema urgente da mãe, faz uma viagem inesperada a Houston. Aí encontra a mãe brutalmente assassinada e escapa por pouco a uma tentativa de homicídio. Raptado do local do crime por um mercenário enigmático movido por razões desconhecidas, Evan vê-se confrontado com a dura realidade: toda a sua vida não passa de uma mentira meticulosamente construída.

Excertos:
"- Mãe? – chamou. Não houve resposta. Caminhou para a parte de trás da casa, em direcção à cozinha. Tinha-lhe comprado os seus bolos preferidos, tartes de pêssego de uma pastelaria que ela adorava e que ficava em La Grange, a meio caminho de Houston. Queria pô-las num prato antes de se dirigir ao estúdio dela.
Evan virou a esquina e viu a sua mãe deitada no chão, morta.
Ficou petrificado. Abriu a boca, mas não gritou. O mundo à sua volta tornou-se denso com o som do seu próprio sangue a saltar-lhe no pescoço, nas têmporas. O pacote das tartes caiu no chão, seguido pela sua sacola. (…)
- Oh, meu Deus, mãe! – a sua voz elevou-se perante a dor e o choque. Evan levantou-se. Uma onda de vertigens fez-lhe tremer as pernas. A Polícia. Ele tinha de chamar a Polícia.”


A Minha Opinião:
Para quem gosta de histórias com muito suspense, empolgantes e sobre espiões e organizações secretas, este é o livro ideal. Na minha opinião este é bom livro, com um enredo muito bem conseguido mas, talvez, com um excesso de coincidências e de perseguições em que o herói consegue sempre fugir. Apesar disto, é um livro que quando se começa a ler não se consegue mais parar!


O Silêncio de Ouro

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Rafael Nadal - Cupido do Mês de Maio


Nome Completo:
Rafael Nadal Parera

Data de nascimento:
3 de Junho de 1986 (21 anos)

Local de nascimento:
Manacor (Ilhas Baleares), Espanha

Altura:
1,85m

Peso:
85kg

Profissão: Tenista Profissional


Motivo de Escolha:
Para quem não conhece, posso dizer que este tenista é o número 2 mundial.
Os motivos pelos quais o escolhi são:
1º - Este é o mês do Roland Garros, um dos quatro torneios do Grand Slam (torneios mais importantes no mundo do ténis), e ele ganhou os últimos 3 torneios, derrontando o número 1 Roger Federer em duas finais (2006 e 2007) e numa meia-final (2005).
2º - Ganhou, no domingo passado, e pela quarta vez consecutiva, o Master Series de Monte Carlo, derrotando Roger Federer pelos parcias de (7-5) (7-5).

quinta-feira, 1 de maio de 2008

O Apartamento

Título original: Wicker Park
Realizador: Paul McGuigan
Produtor: Andre Lamal
Escrito por: Gilles Mimouni e Brandon Boyce
Elenco: Josh Hartnett, Rose Byrne, Diane Kruger, Matthew Lillard

Sinopse:
Com analepses e prolepses e revelando a história na perspectiva das personagens, O Apartamento é o drama psicológico de um homem, Mat (Josh Hartnett), apanhado numa busca obsessiva por uma mulher por quem se apaixonou perdidamente, Lisa (Diane Kruger), uma mulher que desapareceu sem deixar rasto. Dois anos após o seu desaparecimento, ele apanha-lhe o rasto num bar e começa uma busca para a encontrar e descobre o que realmente aconteceu.
No início, o protagonista, Matt, é apresentado como um predador, que está obcecado por Lisa e é provavelmente um desequilibrado mental. Ele persegue-a e entra no seu apartamento e no seu quarto de hotel. Conforme os detalhes são apresentados relativamente ao seu relacionamento anterior através de uma série de sonhos e analepses, o enredo começa a apertar assim que Matt nos é apresentado de forma mais simpática. Na verdade, depois de um encontro com uma mulher que inicialmente leva a audiência a acreditar que Matt é alucinado, é revelado que a obsessão de Matt pode não ser completamente irracional e que ele é na verdade o assunto de um enredo destorcido pela sua própria obsessão predadora.

Sofás confortáveis II