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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Céu

Céu era a divindade romana equivalente à grega Urano. Filho e marido de Terra (Gaia). Pai dos titãs: Oceano, Crios, Hipérion, Jápeto, Téia, Réia, Têmis, Mnemósine, Febe, Tétis e Cronos; dos Hecatônquiros: Coto, Briareu e Giges; dos Ciclopes: Brontes, Estéropes e Arges, das Erínias; dos Gigantes e das Ninfas Melianas e de Vénus.
Em geral, aceita-se o mito de Céu como esposo de Gaia, com quem teve os titãs, os ciclopes e os hecatônquiros. Rejeitava os filhos ao nascer e, logo após o seu nascimento, escondia-os no seio de Gaia, condenando-os a permanecer ali para sempre. Gaia decidiu vingar-se; incitou seus filhos a punir o pai. Todos se recusaram, excepto Cronos, o mais jovem, se dispôs a enfrentar o progenitor. Durante a noite, quando Céu unia-se a Terra, Cronos, com uma foice, cortou-lhe os testículos e lançou-os ao mar. As gotas do sangue fecundaram a Terra, originando as Erínias ou Fúrias. Os testículos jogados ao mar, fizeram surgir uma espuma da qual nasceu Afrodite.
in wikipédia (adaptado)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Aurora - a deusa do amanhecer

Aurora era a deusa romana do amanhecer cujo nome significa amanhecer. Aurora renovava-se todas manhãs e voava pelo céu anunciando a chegada da manhã.
Tinha como parentes um irmão, o Sol, e uma irmã, a Lua. Também tinha muitos maridos e quatro filhos, os ventos Norte, Leste, Oeste e Sul, um dos quais foi morto.
Um de seus maridos era Tithonus, a quem ela havia inicialmente tomado como amante. Aurora pediu a Júpiter para conceder a imortalidade a Tithonus, no entanto, esqueceu-se de lhe pedir a juventude eterna. Como resultado, Tithonus acabou envelhecendo eternamente.
Esta deusa é referenciada por William Shakespeare em "Romeu e Julieta".
In wikipédia (adaptado)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Vulcano - o deus do fogo

Vulcano era o deus romano do fogo, filho de Júpiter e de Juno.
Foi lançado aos mares devido à vergonha que sua mãe tinha pela sua disformidade. Foi salvo por Tetis e Eurínome, filhas do Oceanus. Noutras versões, a sua fealdade era tal mesmo recém-nascido, que Júpiter o teria lançado do Monte Olimpo abaixo, daí que a sua deformidade na perna era devida a esse facto.
A sua figura era representada como um ferreiro. Era ele quem forjava os raios, atributo de Júpiter. Este deus, o mais feio de todos, era o marido de Vénus, a deusa da beleza e do amor, que, aliás, lhe era tremendamente infiel.
No entanto, Vulcano forjou armas especiais para Eneias, filho de Vénus de Anquises de Tróia e para Aquiles quando este havia emprestado para Pátroclo, que por sua vez a perdeu para Heitor.
Em certa altura, Vulcano preparou uma rede com que armadilhou a cama onde Vénus e Marte mantinham uma relação adúltera. Deste modo o deus ferreiro conseguiu demonstrar a infidelidade da sua esposa, que no entanto foi perdoada por Júpiter.
in wikipédia (adaptado)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Marte - o deus da Guerra

Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário da sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um dos quais defendendo um dos exércitos. Marte, protector dos troianos, acabou derrotado.

Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vénus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia. Na verdade tratava-se de uma realção adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Vulcano, que arranjou um estratagema para os descobrir e prender numa rede enquanto estavam juntos na cama.

O povo romano considerava-se descendente daquele deus porque Rómulo era filho de Reia Sílvia ou Ília, princesa de Alba Longa, e Marte.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Vénus - a deusa do Amor

Vénus é a deusa do panteão (ou panteon) romano, equivalente a Afrodite, no panteão grego. É a deusa do Amor e da Beleza. O seu nome vem acompanhado, por vezes, por epítetos como "Citereia" já que, aquando do seu nascimento, teria passado por Citera, onde era adorada sob este nome.

No mito de seu nascimento conta-se que surgiu de dentro de uma concha de madrepérola, tendo sido gerada pelas espumas (afros, em grego). Noutra versão é filha de Júpiter e Dione.

Era considerada esposa de Vulcano, o deus manco, mas mantinha uma relação adúltera com Marte.

Umas das divindades mais veneradas entre os antigos, sobretudo na cidade de Pafos, onde seu templo era admirável. Tinha um olhar vago e cultuava-se o estrabismo dos seus olhos, como ideal da beleza feminina. Possuía um carro puxado por cisnes.

Vénus possui muitas formas de representação artística, desde a clássica (greco-romana) até às modernas, passando pela renascentista. É de uma anatomia divinal, daí considerada pelos antigos gregos e romanos como a deusa do erotismo, da beleza e do amor.

Os romanos consideravam-se descendentes da deusa, pelo lado de Eneias, o fundador mítico da raça romana, que era filho de Vénus com o mortal Anquises.

Na sua epopeia “Os Lusíadas”, Luís de Camões apresenta a deusa como a principal apoiante dos heróis portugueses.

in wikipédia (adaptado)

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Diana – a deusa da caça

Diana (correspondente à deusa grega Ártemis) era a deusa da lua e da caça, filha de Júpiter e de Latona, e irmã gémea de Apolo. Era representada como caçadora, com um arco e uma aljava e acompanhada por um cão ou um veado.
Era muito
zelosa com a sua virgindade, sendo que na sua mais famosa aventura, transformou num veado o caçador Acteão, em virtude de este a ter visto nua durante o banho. Obteve autorização do pai para se não casar e se manter casta. Para alem disto, este ofereceu-lhe sessenta oceânidas e vinte ninfas que, tal como ela, renunciaram ao casamento.
Era conhecida como a deusa das três formas e o seu mais famoso santuário ficava junto ao lago Nemi, perto de Arícia.

Indiferente ao amor e caçadora infatigável, Diana era cultuada em templos rústicos nas florestas, onde os caçadores lhe ofereciam sacrifícios. Pela tradição, o sacerdote devia ser um escravo fugitivo que matasse o antecessor em combate.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O mito de Cupido e Psique

Um certo dia, Vénus estava admirando a Terra quando avistou uma bela rapariga chamada Psique. Vénus como era uma deusa muito vaidosa e não gostava de perder em matéria de aparência, chamou Mercúrio e disse-lhe para enviar uma carta a Psique.
Quando Psique recebeu a carta ficou admirada por receber uma carta de uma deusa. Mas ficou muito decepcionada quando a leu. Na carta havia uma profecia clamada pela própria Vénus que dizia que Psique se ia casar com a mais horrenda criatura.
Enquanto isso, no Monte Olimpo, Vénus chamou o seu filho Cupido e disse-lhe para ir até à casa de Psique e fazer com que ele se apaixonasse pelo homem mais feio do planeta.
Cupido como gostava muito de sua mãe e não a queria contrariar, foi fazer o que ela mandou. Quando anoiteceu, Cupido foi até a casa de Psique, entrou pela janela e avistou um rosto perfeito com traços encantadores. Ele chegou bem perto dela para ter a certeza que não ia errar o alvo. Quando se preparava para atirar, esticou o seu arco e quando ia soltar a seta, Psique moveu o braço, e Cupido acertou ele mesmo. A partir daquele instante Cupido ficou perdidamente apaixonado pela jovem.
No dia seguinte, Cupido foi falar com Zéfiro (o vento oeste) e pediu para que transportasse Psique para os ares e a instalasse num palácio magnífico, onde era a casa de Cupido. Quando a noite caiu, a moça ouviu uma voz misteriosa e doce:
- Não se assuste, Psique, sou o dono deste palácio. Ofereço-to como presente de nosso casamento, pois quero ser teu marido. Tudo o que vês pertence-te. E tudo que desejas será concebido. Zéfiro estará às tuas ordens! Eu só te faço uma exigência: não tente ver-me. Só sob esta condição poderemos viver juntos e sermos felizes.
Todas as noites, Cupido vinha ver Psique, mas de forma invisível. A rapariga estava vivendo muito feliz naquele lindo palácio. Mas passando os dias Psique ficava cada vez mais curiosa para saber quem era seu marido. Certa noite, quando Cupido veio ver Psique, adormeceu, e Psique escondida e em silêncio pegou uma lamparina e acendeu-a, vendo o belo jovem de rosto corado e cabelos loiros. Ficou encantada. Mas num pequeno descuido ela deixou cair uma gota de óleo no braço do rapaz, que acordou assustado e, ao ver Psique, desapareceu. O encanto todo acabou, o palácio, os jardins e tudo que havia em volta desapareceu. Psique ficou sozinha num lugar árido, pedregoso e deserto.
Desconsolado, Cupido voltou para o Olimpo e suplicou a Zeus que lhe devolvesse a esposa amada. O senhor dos deuses respondeu que um deus não se pode unir a uma mortal.
Mas Cupido protestou. Será que Zeus que tinha tanto poder não podia tornar Psique imortal? O deus dos deuses sorriu lisonjeado. Além do mais como poderia de deixar de atender a um pedido de Cupido, que lhe trazia lembranças tão boas? O deus do amor o tinha ajudado muitas vezes, e talvez algum dia Zeus precisaria da ajuda de Cupido de novo. Seria mais prudente atender o seu pedido. Zeus mandou Hermes ir buscar Psique e lhe trouxesse para o reino celeste.
Então Zeus, o soberano, transformou Psique em imortal. Nada mais se opôs aos amores de Cupido e Psique, nem mesmo Vénus, que ao ver seu filho tão feliz se moveu de compaixão e abençoou o casal. O seu casamento foi celebrado com muito néctar, na presença de todos os deuses. As Musas (jovens encantadas, que eram acompanhantes do deus Apolo) e as Graças (jovens que representavam a beleza e que acompanhavam a deusa Vénus) aclamavam a nova deusa e, assim Cupido viveu a sua imortalidade com o ser que mais amou.