Já estou a trabalhar há mais de dois meses no emprego novo e as coisas começam a encaminhar-se. Já me sinto mais integrada e a maior parte das vezes já não pareço uma burra a olhar para um palácio. Ainda assim, há momentos em que me sinto "a estranha". Vamos ter esperança que um dia isso comece a mudar...
Mudar de emprego é horrível. Principalmente quando somos inexperientes e estamos quase a começar do zero. Temos que aprender tudo do princípio, temos que nos integrar numa equipa onde somos vistos vistos como forasteiros. Enfim, uma série de coisas que estão a dar comigo em doida....
Acaba hoje a segunda temporada da série True Detective. Apesar de estar a gostar, penso que a primeira temporada supera esta em tudo. A história é mais envolvente, e, também, bem mais misteriosa e assustadora. Ainda assim, estou extremamente curiosa para saber como vai terminar. O Colin Farrell não conseguiu o igual o Mathewzinho mas ainda assim estou a gostar bem mais dele do que o costume.
Ontem à noite fomos até Braga onde está a decorrer a Braga Romana. Gostei bastante do ambiente, dos soldados que andavam a patrulhar as ruas de um lado, e dos bárbaros do outro, com uns cães muito fofinhos. Mas o que mais gostei mesmo, foi do espectáculo Flora e Zéfiro. Fez-me lembrar o meu quadro preferido, a "Primavera" de Botticelli, uma vez que a temática é a mesma.
Quando ainda andava no secundário adorava esta série. Entretanto perdi-me a meio e deixei de ver. Agora, não sei bem como, lembrei-me e voltei a ver. Comecei pela primeira temporada e estou novamente a adorar. Que família louca! Faz-me lembrar um pouco a minha. Não há segredo que se possa guardar, sempre que se junta a família toda é uma confusão, mas no final todos se adoram e são muito unidos.
Este semana, dias 11, 12 e 13 de Maio decorreu o Festival de Cinema, com bilhetes mais baratos em todas as salas de cinema do país. Como verdadeira amante desta arte, tentei aproveitar a promoção ao máximo. Segunda-feira não pude ir ao cinema, porque estava em Coimbra e tinha outros planos. Mas na terça fui ver um filme e na quarta dois (duas sessões seguidas). Nunca tinha ida tantas vezes seguidas ao cinema, muito menos ver dois filmes no mesmo dia. Fui ver filmes que, provavelmente não teria ido ver e um deles foi uma excelente surpresa... Fica aqui a minha opinião sobre cada um deles.
Nos Jardins do Rei
Adorei. Entrei na sala só a saber que ia ver um filme de época com a Kate Winslet. Não sabia mais nada e talvez por isso, tenha ficado tão agradavelmente surpreendida. É um filme não muito complexo, mas tão bonito, que nos envolve do início ao fim. Também é romântico, mas sem exagero, bem como eu gosto. Por fim, referir que Kate Winslet, como sempre, está maravilhosa.
Uma Vida ao Teu Lado
Este filme foi aquele que só fui ver porque à hora a que cheguei ao cinema era o único que podia ver. Sinceramente, os filmes baseados em livros do Nicholas Sparks começam a cansar-me um bocadinho. A história é, cada vez, mais repetitiva. Vê-se um filme e quase que se pode dizer que já se viu todos. Ainda assim este é talvez o mais fraquinho que já vi. As personagens principais não são cativantes, e a história de amor da personagem mais velha, é a única coisa que dá algum alento ao filme.
A Vida de Adaline
O trailer tinha-me deixado curiosa, e estava com grandes expectativas. É uma história que nos faz pensar mas, apesar disso, fiquei um pouco desiludida. Algumas partes foram exploradas em exagero e outras pelo contrário. Para além disso, a relação entre o casal pareceu-me demasiado frágil em alguns aspectos.
Hoje inscrevi-e na Ordem dos Farmacêuticos. Talvez já o devesse ter feito mas como me disseram que bastava fazê-lo quando encontrasse emprego, só lá fui hoje. Apesar de ter estudado em Coimbra, tive que me inscrever na secção regional do Porto.
Como não conhecia a sede, levei o João comigo (namorado), que conhece bem melhor o Porto e tem um sentido de orientação muito maior do que o meu.
É um edifício muito giro, ao estilo de um palacete. Fui muito bem recebida mas tratada com demasiada reverência (doutora acima, doutora abaixo, detesto isso!). Também me desgostou a quantia de dinheiro que lá deixei. 300€ de jóia de inscrição é muito dinheiro! Mas pronto, teve que ser feito e o melhor mesmo é esquecer a extravagância...
Já não venho aqui há muito tempo. Às vezes sentia falta mas não havia aquela vontade de escrever, vontade de manter isto a funcionar. Acontece que hoje, muito tempo depois, e quando após dez meses desempregada e cheia de tempo livre, arranjo emprego e, por isso, vou ter muito menos tempo livre, apeteceu-me voltar. Espero conseguir ser mais fiel ao blogue. Afinal tenho bastante para partilhar e continuo a gostar de escrever...
Fui escuteira durante três anos, gostei de muitas coisas mas enfureci-me com muitas mais. Conheci boas pessoas mas também conheci muito más pessoas. Digo tudo isto a propósito de um texto publicado no P3 que tem feito muito furor, e que eu vou aproveitar para contrapôr.
1. "Aproveito, desde já, para esclarecer: os escuteiros não são, no geral, melhores pessoas que as outras. Mas têm o potencial individual para o ser." - é uma pena que poucos, muito poucos, aproveitem esse potencial.
2. "Quem tenha sido escuteiro sabe ser um melhor profissional, especialmente se tiver de trabalhar em sinergia – conhece bem o que deve ser um verdadeiro espírito de equipa." - nos escuteiros aprende-se a trabalhar em equipa? Em alguns sítios até acredito que sim, noutros deixa-se tudo para só alguns fazer. O importante é a diversão, o trabalho é só deixado para alguns (para os que têm o verdadeiro espírito, que são os verdadeiros escuteiros e que aproveitam o potencial acima referido)
3. "Sabe ouvir melhor os apelos que vêm das árvores, estando sensibilizado a todos os níveis para a importância da preservação do ambiente." - por preservação do ambiente, entendemos o corte de árvores para que os queridinhos possam fazer as suas construções?
4. "Conhece também – e não o nego - as dinâmicas homem-mulher. Sabe isto e muito mais. Tão mais." - Ainda bem que não o nega. Porque as dinâmicas de homem-mulher que os escuteiros conhecem, passam por levarem ao esgotamento das pílulas-do-dia-seguinte na região de Idanha-a-Nova durante o ACANAC (acampamento nacional). É que não o incentivo ao sexo protegido é dado, porque isto supostamente não acontece. Finge-se que não acontece.
5. "Mesmo que tenham tido, como eu tive, (ou ainda tenham) vergonha de andar com umas coisitas ridículas penduradas nas meias, a que se convencionou dar o nome de jarreteiras, não deixem de aprovar o movimento." - a vergonha não é do lenço mas sim das pessoas que representam o movimento e que decididamente não aproveitaram o potencial.
O meu estágio finalmente acabou. Foram 4 meses muito desafiantes, em que aprendi muito, mas também foram muito cansativos. Agora é altura de descansar (muito pouco), acabar o relatório de estágio e a monografia.
Não sou grande adepta dos festejas eufóricos do Dia da Mulher, mas, ainda assim, aliei-me à minha família e fizemos um jantar em casa da avó. Éramos cinco, tínhamos pizza, batatas fritas, pão-de-ló, gomas, champanhe, sumos e, acima de tudo, muito boa disposição.
No final do jantar ainda tirámos uma selfie ao estilo Ellen.
Matthew McConaughey é Ron Woodroof, um cowboy do Texas, mulherengo e homofóbico, a quem é diagnosticado o vírus da SIDA em 1985. Vivem-se os primeiros momentos da epidemia e os EUA estão divididos sobre como combater o vírus.
Ostracizado por muitos dos antigos amigos e sem acesso a medicamentos eficazes comparticipados pelo governo, Ron decide procurar tratamentos alternativos em qualquer parte do mundo, por meios legais ou ilegais.
Classificação:4.5 (0-5)
Com interpretações soberbas (e justamente merecedores de Oscar), este filme aborda um assunto delicado, como é a SIDA nos anos 80, de uma forma muito crua e real , que nos revolta e nos faz pensar. Gostei particularmente da forma como a personagem principal vai vencendo o preconceito.