Título Original: How to Train Your Dragon Realizadores: Dean DeBlois, Chris Sanders Intérpretes: Jay Baruchel, Gerard Butler, America Ferrera Género: Animação Duração: 98min. Ano: 2010
Sinopse: Passada no lendário mundo de Vikings corpulentos e dragões ferozes, esta é a história de Hiccup, um jovem Viking que não se encaixa lá muito na tradição dos heróicos exterminadores de dragões. A vida de Hiccup fica de pernas para o ar, quando encontra um dragão que o desafia a ele e a toda a tribo, a ver o mundo de uma nova perspectiva.
CLASSIFICAÇÃO: 4(0-5) Compreende-se perfeitamente o motivo de ter sido nomeado para Óscar. É muito divertido e, apesar disso, transmite-nos uma grande lição. As coisas nem sempre são aquilo que parecem e os que parecem mais fracos, às vezes podem ser os corajosos e astutos. Gostei muito.
Apesar de pobre em carvão e petróleo, a Finlândia tornou-se uma nação rica graças à exploração racional de sua maior riqueza: a madeira. Situada entre os maiores fornecedores mundiais de toras e pranchas, também fabrica em larga escala maquinaria para industrialização da madeira. É uma grande exportadora de móveis, casas pré-fabricadas, papel e celulose. Depois da II Guerra Mundial, desenvolveu a metalurgia, cujas exportações representam 14% da sua balança de comércio exterior.
Os actores que interpretam as personagens Sheldon Cooper (Jim Parsons) e Barney Stinson (Neil Patrick Harris) são gay's. A pergunta que me apraz fazer é para ser actor de humor é sinónimo de homossexualidade?
É que estes dois senhores são, na minha opinião, os melhores actores de humor que por aí andam e têm esse elo de ligação!
[Bruno Mars] I wanna be a billionaire so fucking bad buy all of the things I never had I wanna be on the cover of Forbes magazine smiling next to Oprah and the Queen
[Chorus] Oh every time I close my eyes I see my name in shining lights A different city every night oh I swear the world better prepare for when I'm a billionaire
[Travis "Travie" McCoy] Yeah I would have a show like Oprah I would be the host of, everyday Christmas give Travie a wish list I'd probably pull an Angelina and Brad Pitt and adopt a bunch of babies that ain't never had sh-t give away a few Mercedes like here lady have this and last but not least grant somebody their last wish its been a couple months since I've single so you can call me Travie Claus minus the Ho Ho get it, hehe, I'd probably visit where Katrina hit and damn sure do a lot more than FEMA did yeah can't forget about me stupid everywhere I go Imma have my own theme music
[Chorus] Oh every time I close my eyes I see my name in shining lights A different city every night oh I swear the world better prepare for when I'm a billionaire oh oooh oh oooh for when I'm a Billionaire oh oooh oh oooh for when I'm a Billionaire
[Travis "Travie" McCoy] I'll be playing basketball with the President dunking on his delegates then I'll compliment him on his political etiquette toss a couple milli in the air just for the heck of it but keep the fives, twentys (?) completely separate and yeah I'll be in a whole new tax bracket we in recession but let me take a crack at it I'll probably take whatevers left and just split it up so everybody that I love can have a couple bucks and not a single tummy around me would know what hungry was eating good sleeping soundly I know we all have a similar dream go in your pocket pull out your wallet and put it in the air and sing
[Bruno Mars] I wanna be a billionaire so fucking bad buy all of the things I never had uh, I wanna be on the cover of Forbes magazine smiling next to Oprah and the Queen
Título: O Ladrão de Arte Autor: Noah Charney Editora: Livraria Civilização Editora
Sinopse: Em O Ladrão de Arte, três roubos são investigados simultaneamente em três cidades, mas estes crimes aparentemente isolados têm muito mais em comum do que se possa imaginar. Roma: Na pequena igreja barroca de Santa Giuliana, uma peça de altar desaparece sem deixar rasto a meio da noite. Paris: Na cave da Society Malevich, a conservadora Geneviéve Delacloche fica chocada ao reparar que o grande tesouro da Sociedade desapareceu, Branco Sobre Branco do Suprematista Kasimir Malevich. Londres: Na National Gallery of Modern Art, a última aquisição é roubada apenas algumas horas depois de ter sido comprada por mais de seis milhões de libras. Repleto de detalhes históricos fascinantes, diálogos intrigantes, e um enredo de puxar pela cabeça, este primeiro romance de Noah Charney é sofisticado, elegante, e tão irresistível e multifacetado como uma obra de arte.
CLASSIFICAÇÃO:1(0-5) Não gostei nada. A narrativa é confusa e, às vezes, demasiado monótona. A história tinha ingrediente para ter suspense mas não tem. A parte mais interessante, senão a única parte interessante, são os esclarecimentos sobre a história da arte que são dados ao longo do livro.
O encerramento da entrada principal da Universidade de Coimbra (UC), na «Alta» da cidade, pelos estudantes das repúblicas dominou esta quinta-feira as primeiras horas do boicote às aulas assumido pela academia, avança a agência Lusa. Pelas 12 horas centenas de universitários concentraram-se no átrio coberto da Faculdade de Ciências e Tecnologia enquanto os jovens que pertencem ao Conselho de Repúblicas mantinham fechada a Porta Férrea. Ao amanhecer, os estudantes residentes nas repúblicas encerraram a entrada com cadeados e ocuparam pacificamente o espaço usado como estacionamento de viaturas, entre a Faculdade de Letras e a Biblioteca Geral. Turistas e escolas que visitavam a «Alta» não puderam visitar o histórico Pátio das Escolas através da Porta Férrea, que dá acesso à Sala dos Capelos, Capela, Biblioteca Joanina, Via Latina e Torre da Universidade, assim como os alunos da Faculdade de Direito tiveram o acesso condicionado para comparecer nas aulas. A iniciativa foi decidida por unanimidade pelo Conselho de Repúblicas, à revelia da Assembleia Magna da academia, que decretou o boicote às aulas com que a Associação Académica de Coimbra (AAC) assinala esta quinta-feira o Dia Nacional do Estudante. João Gabriel Silva, reitor da UC, manifestou a sua «compreensão pelos protestos» e pediu aos alunos para se desmobilizarem da zona ocupada pela manifestação, discordando com a forma de contestação. Sem sucesso o reitor teve de entrar para a Reitoria pela porta de serviço, ao lado da Porta Férrea. Eduardo Melo, presidente da AAC, refere ter pedido a colegas para integrarem a manifestação para que o «protesto tenha o máximo de sucesso possível». Em frente da Porta Férrea continuam montadas várias tendas e estão expostas várias faixas com frases alusivas às causas que mobilizam os estudantes. Em comunicado, o Conselho de Repúblicas explica que se trata de «uma ocupação» da Universidade, «como forma de contestar as políticas actuais e exigir um ensino gratuito e de qualidade, para que este seja verdadeiramente público e universal». O Conselho de Repúblicas, que não tem vínculo às decisões da Assembleia Magna da academia, «apoia o boicote às aulas e apela à mobilização para uma concentração em frente à Porta Férrea por tempo indeterminado». «Temos alunos a desistir das faculdades por não terem dinheiro», disse António Leitão, estudante do primeiro ano de Direito que contestou o encerramento do Pólo I da Universidade. «É uma forma de protesto. Só não entra quem não quer», corrigiu Tiago Monteiro, do movimento «A alternativa és tu», que disputou as últimas eleições da AAC. O presidente da ACC apelou ainda a «um sistema de atribuição de bolsas que é realmente mais restritivo».
Título Original: Burlesque Realizador: Steve Antin Elenco: Cher, Christina Aguilera, Eric Dane, Alan Cumming, Peter Gallagher, Kristen Bell, Stanley Tucci. Géneros: Drama, Musical, Romance. Duração: 119min. Ano: 2010
Sinopse: Ali (Christina Aguilera) é uma rapariga de uma cidade pequena com uma voz magnífica, que escapa às dificuldades e a um futuro incerto para seguir os seus sonhos até Los Angeles. Após ter descoberto o "The Burlesque Lounge", um teatro majestoso mas em decadência, onde se representa uma revista musical inspirada, Ali arranja um emprego a servir cocktails, que lhe é concedido por Tess (Cher), a proprietária do clube e estrela principal. O chocante guarda-roupa do Burlesco e a coreografia arrojada arrebatam a jovem ingénua, que sonha representar nesse teatro um dia. Ali não tarda a fazer amizade com uma dançarina famosa (Julianne Hough), arranja uma inimiga numa artista ciumenta e problemática (Kristen Bell) e conquista o afecto de Jack (Cam Gigandet), um bartender e colega músico. Com a ajuda de um inteligente director de cena (Stanley Tucci) e um apresentador de números transsexuais (Alan Cumming), Ali passa do bar para o palco. A sua voz espectacular recupera a antiga glória do “The Burlesque Lounge”, mas não antes de um empresário carismático (Eric Dane) ter entrado em cena com uma proposta tentadora...
CLASSIFICAÇÃO: 3(0-5) O argumento não é nada de novo mas, apesar disso, gostei muito do filme. A Christina Aguilera dá alma ao filme com a sua voz divinal.
Um dia, isto tinha de acontecer. Existe uma geração à rasca? Existe mais do que uma! Certamente! Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida. Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações. A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo. Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos. Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor. Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada. Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes. Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A vaquinha emagreceu, feneceu, secou. Foi então que os pais ficaram à rasca. Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado. Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais. São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração. São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar! A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas. Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados. Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional. Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere. Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam. Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras. Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável. Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada. Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio. Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração? Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos! Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós). Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida. E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!! Novos e velhos, todos estamos à rasca. Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens. Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles. A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la. Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam. Haverá mais triste prova do nosso falhanço? Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta. Pode ser que nada/ninguém seja assim.
"You pierce my soul. I am half agony, half hope. Tell me not that I am too late, that such precious feelings are gone for ever. I offer myself to you again with a heart even more your own than when you almost broke it, eight and a half years ago. Dare not say that a man forgets sooner than woman, that his love has an earlier death. I have loved none but you. Unjust I may have been, weak and resentful I have been, but never inconstant."
O meu fim-de-semana foi passado no Porto, numa actividade dos escuteiros. O tempo esteve óptimo e a cidade é linda! Passeamos pelo Foz e pela Ribeira, andámos de barco no Rio Douro, fomos visitar as caves do Vinho do Porto e ainda tivemos tempo para ir a Avintes ao Parque Biológico. Passamos a noite na Pousada da Juventude e no Domingo deixamos o Porto um pouco cansados mas muito alegres.
Esta actividade ajudou-me a integrar-me melhor no grupo e também serviu para fortalecer a união de todo o grupo. Eu gostei imenso. Foi diversão desde o primeiro minuto até ao último!
Is your secret safe tonight? And are we out of sight? Or will our world come tumbling down?
Will they find our hiding place? Is this our last embrace? Or will the walls start caving in?
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resitance They keep us apart and they won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
If we live our life in fear I'll wait a thousand years Just to see you smile again
Quell your prayers for love and peace You'll wake the thought police We can hide the truth inside
(It could be wrong, could be wrong) But it should've been right (It could be wrong, could be wrong) Let our hearts ignite (It could be wrong, could be wrong) Are we digging a hole? (It could be wrong, could be wrong) This is outta control
(It could be wrong, could be wrong) It could never last (It could be wrong, could be wrong) Must erase it fast (It could be wrong, could be wrong) But it could've been right (It could be wrong, could be...)
Love is our resistance! They keep us apart and won't stop breaking us down And hold me, our lips must always be sealed
The night has reached its end We can't pretend We must run We must run It's time to run
Take us away from here Protect us from further harm Resistance!
O meu computador está novamente operacional e, apesar de ter sido formatado, consegui recuperar os meus documentos.
A parte boa de não ter computador foi ter tempo para pôr as minhas leituras em dia. Como têm estado uns dias fantásticos (Primavera, ainda não chegaste e já és linda!), aproveitei para ler ao ar livre debaixo de uma sombrinha. É mesmo bom!
Eu vivo praticamente na mesma rua que o André Sardet mas, desde que aqui estou, nunca me cruzei com ele. Até aqui tudo bem. É uma coisa normal. Se nunca vi a maior parte dos meus vizinhos, porque é que haveria de ver o André Sardet? Eu digo-vos porquê! Porque as minhas colegas de casa, e até alguns amigos delas que vieram cá de visita, fartaram-se de o ver.
Por isso, ano e meio depois de aqui estar vi o André Sardet. E agora sou uma pessoa como todas as outras que viram o André Sardet, ou seja continuo a ser eu. Igualzinha. Na mesma!
Se há coisa que me irrita é quando vou ao dentista e ele enquanto me está a atender (leia-se: está a mexer nos meus ricos dentes), me faz perguntas. Mas o que é que ele quer que eu faça? Se ele não quer eu feche a boca, me arrisque a dar cabo do trabalhinho todo que ele esteve a fazer ou até a ferrar-lhe acidentalmente, então que não me faça perguntas. Porque quando se fazem perguntas, querem-se respostas...
Título Original: How Do You Know Realizador: James L. Brooks Elenco: Reese Witherspoon, Paul Rudd, Owen Wilson, Jack Nicholson, Tony Shalhoub. Géneros: Comédia, Romance, Drama. Duração: 121min. Ano: 2010
Sinopse: Lisa é, desde criança, uma atleta de alta competição e tem como grande paixão o baseball, pelo que, quando é dispensada da sua equipa, toda a sua vida deixa de fazer sentido. Sem saber que direcção tomar, Lisa começa a sair com Matty, uma estrela de baseball, com um ego enorme e muito mulherengo. George é um sério homem de negócios, que tem uma relação bastante complicada com o seu pai - Charles. No entanto, George é injustamente acusado de um crime fiscal, e o seu pai é a única pessoa que o pode ajudar. Quando tudo parecia estar a desmoronar-se na vida de Lisa e George, os dois conhecem-se na pior noite das suas vidas, e vão descobrir que também existem coisas maravilhosas...
CLASSIFICAÇÃO:3(0-5) Este filme tem tudo aquilo que uma comédia romântica precisa: romance, um pouco de tragédia, alguns momentos muito cómicos e um final feliz. Gostei bastante. Não se pode dizer que é um filme original mas é dos melhores deste género que tenho visto nos últimos tempos (na verdade não ando muito virada para comédias românticas).
A expressão que eu tenho usado mais nos últimos tempos tem sido mesmo esta. E tudo porque eu não sou boa a lidar com imprevistos. Quando algo não corre como planeado, eu tenho sérias dificuldades em enfrentar isso. E depois penso demais, não consigo tomar decisões acertadas e acabo por não saber o que fazer.
Quem me dera ser como o Pinóquio e ter um grilo a dizer-me o que é bom e o que é mau, o que fazer e o que não fazer...
Porque é que demoras tanto? É que ainda por cima, para além de demorares muito tempo, quando chegas, passas tão rápido.
(Sim, eu sei que é muito cedo para pensar em férias mas sempre ouvi dizer que pensamentos positivos atraem coisas positivas... Para além disso, as férias da Páscoa já não estão longe - só faltam 40 dias!)
O Carnaval do Brasil é a união de duas culturas diferentes. A primeira, partindo da África, de onde os negros, juntamente com os seus cantos e danças, contrabandearam inconscientemente a semente do Carnaval. A outra veio da Europa através das festas tradicionais de Portugal, como o Entrudo (festa um tanto grosseira, em que as pessoas atiravam de tudo, até urina, umas nas outras).
Woman I can hardly express My mixed emotions at my thoughtlessness After all I'm forever in your debt And woman I will try to express My inner feelings and thankfulness For showing me the meaning of success
Junte suas coisas, o que precisar Me dê sua mão e vamos sumir Nosso caminho por terra ou mar Nada mais me importa Vamos embora daqui
E quando a gente cruzar o horizonte É que vamos saber o motivo de ir Vamos saber o motivo de ir
Oh and when the kids Are old enough We will teach them To fly
You and me together We can do anything baby You and me together Yes, yes
Two of us together We could do anything baby You and me together Yes, yes
You and I We’re not tied To the ground Not falling but rising Like rolling around
Duas vidas pulsando num só coração Vamos sem destino andar por aí Nem tente entender Só depois do horizonte é que vamos Saber o motivo de ir O motivo de ir
Oh and when the kids Are old enough We will teach Them to fly
You and me together We could do anything baby You and me together Yes, yes
Two of us together We could do anything baby You and me together Yeah, yeah
We can always look back At what we did Always the memory of You and me baby
But right now it’s You and me Forever girl
You know We could do better then Anything that we did You know that You and me We could do anything
We could do anything
You and me together Could do anything baby You and me together Yeah, yeah
The two of us together Could do anything baby You and me together Yes, yes
Two of us together Could do anything baby You and me together Could do anything baby
Something small ‘Till you reach The end of the world
Título: Soberano - Intriga na Corte Autor: C. J. Sansom Editora: Edições Asa
Sinopse: Após a descoberta de uma conspiração contra o seu trono, o rei Henrique VIII parte numa espectacular viagem oficial ao Norte de Inglaterra para inspirar temor nos seus súbditos revoltosos. Acompanhado por mil soldados, a fina flor da nobreza e a sua quinta mulher, Catarina Howard, o rei assiste a uma extravagante demonstração de submissão por parte da pequena nobreza de York, naquele que será o momento apoteótico da maior visita oficial do período Tudor.
CLASSIFICAÇÃO:4 (0-5) Depois de se começar a ler, quase que é impossível conseguir parar. O mistério e o suspense tornam este livro emocionante. Para além disso, a descrição da época e da sua sociedade estão muito interessantes.
Título Original: Black Swan Realizador: Darren Aronofsky Elenco: Natalie Portman, Mila Kunis, Vincent Cassel, Winona Ryder. Géneros: Drama, Thriller. Duração: 108min. Ano: 2010
Sinopse: Nina é a bailarina principal do New York City Ballet e vê-se enredada numa teia de intriga competitiva com uma bailarina acabada de chegar à Companhia. Uma viagem excitante e por vezes aterradora através da psique de uma jovem bailarina cujo papel de Rainha dos Cisnes resulta num desempenho para o qual ela se torna assustadoramente perfeita.
CLASSIFICAÇÃO:5(0-5) Pensava que ia ver uma coisa completamente diferente da que, na realidade, vi. O filme é fantástico. Adorei. A Natalie Portman está soberba. A história consegue ser simultaneamente emocionante, surpreendente e arrepiante.
Graças ao professor de MIA II (cadeira mais detestável que tenho) segunda-feira não tenho aulas. Isto significa que, a partir de hoje, estou de fim-de-semana prolongado. Sabe tão bem dizer isto! Eu sei que tenho muita coisa para fazer mas também vou ter tempo livre. E por muito pouco que seja, eu vou tentar aproveitá-lo ao máximo!
Motivo de Escolha: Apesar de ser um excelente actor, andou uns anitos a fazer filmes que não lhe deram a projecção merecida. Com a nomeação para Óscar no ano passado e com a atribuição do Óscar para melhor actor pelo filme “O Discurso do Rei” este ano, atingiu o ponto alto da sua carreira. Sempre gostei dele pois, para mim, ele é e sempre será o eterno Mr. Darcy da série da BBC “Orgulho e Preconceito”.
O território do Arizona, Estados Unidos, ostenta paisagens inusitadas. Dentre elas, uma imensa floresta petrificada, um deserto cujas areias mostram toda as cores do arco-íris, e uma cratera gigantesca com mais de 1.500 metros de largura e 180 metros de profundidade, cavada por um meteoro há vários milhões de anos.